Rodrigo Ashiuchi: Um legado de sucesso


Quando Rodrigo Ashiuchi assumiu a Prefeitura de Suzano, em janeiro de 2017, o município carregava uma série de desafios históricos. Problemas de infraestrutura, obras paralisadas, déficits em serviços essenciais e baixa autoestima do suzanense faziam parte da rotina da cidade. O cenário exigia mais do que intervenções pontuais: pedia planejamento, capacidade de articulação e execução continuada.
Ao longo de dois mandatos consecutivos, a gestão liderada por Ashiuchi promoveu um ciclo de reorganização administrativa que resultou em 153 entregas em diferentes áreas do município. O período foi marcado por investimentos em mobilidade urbana, saúde, educação, segurança e equipamentos de lazer, além do equilíbrio das contas públicas e da ampliação da capacidade de investimento da cidade.

O encerramento desse ciclo veio acompanhado de um dado expressivo. De acordo com levantamento do Instituto de Pesquisa, Marketing Paulista e Informática (Ipempi), realizado em outubro de 2024, a gestão deixou a prefeitura com 93,7% de aprovação, índice que sintetiza a avaliação da população sobre os oito anos de governo.
Ainda em dezembro de 2024, Rodrigo Ashiuchi foi convidado a assumir a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da cidade de São Paulo, no segundo mandato da gestão do prefeito Ricardo Nunes, para 2025. O convite, feito pelo próprio chefe do Poder Executivo da capital, com a chancela do governador Tarcísio de Freitas, do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), André do Prado, e do presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, representou o reconhecimento, em escala ampliada, de um modelo de gestão que havia se consolidado no município do Alto Tietê e que, agora, passava a ser aplicado na maior cidade da América Latina.

O prefeito que fez a maior transformação da história de Suzano
Ao longo dos dois mandatos consecutivos, a administração liderada por Ashiuchi promoveu a mais profunda reorganização administrativa já vivida pelo município de Suzano. Foram 153 entregas, investimentos estruturantes em todas as regiões da cidade e uma transformação visível no cotidiano da população. A mudança não ficou restrita a discursos ou anúncios: ela surgiu no asfalto, nos equipamentos públicos, nos serviços essenciais e na forma como Suzano passou a ser enxergada dentro e fora do Alto Tietê.



Obras que redefiniram a cidade
A infraestrutura urbana foi um dos pilares centrais da transformação. Durante os oito anos de gestão, Suzano registrou um recorde histórico de pavimentação, com cerca de 350 quilômetros de vias públicas contempladas, alcançando bairros das regiões norte, sul e central. Entre as obras mais emblemáticas está a entrega da Marginal do Una, em dezembro de 2019. A intervenção criou um novo corredor de ligação entre as regiões da cidade, integrou avenidas estratégicas como Francisco Marengo e Vereador João Batista Fitipaldi e solucionou gargalos históricos no trânsito, incluindo o Trevo Dona Benta, por décadas símbolo de congestionamentos e desordem viária.

Outro marco foi a inauguração da Arena Suzano, em julho de 2018, após mais de duas décadas de espera. A requalificação urbana avançou ainda sobre problemas antigos, como os poços da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) na avenida Major Pinheiro Fróes (SP-66), conhecida como “Buracos da Sabesp”, que por anos causaram transtornos em uma das principais ligações com Poá e Itaquaquecetuba. A intervenção encerrou um capítulo de reclamações históricas e reorganizou o tráfego na região.
Vale lembrar ainda a revitalização da região da Igreja do Baruel, no bairro de mesmo nome, em Palmeiras e da Praça Ernestina Maria de Jesus Bianchi, popularmente conhecida como Praça do Baruel, onde houve a colocação de guias e sarjetas, troca de pavimento, remoção de antigas estruturas do logradouro, topografia, preparação de solo, paisagismo e substituição da iluminação pública.

Promessas que viraram entrega
Durante décadas, Suzano conviveu com projetos paralisados e abandono. Sob a gestão Ashiuchi, esse cenário começou a ser revertido. Um dos exemplos mais simbólicos foi a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas do Jardim Revista, inaugurada após 11 anos de espera e tornou-se referência de atendimento e superou 140 mil procedimentos realizados apenas em seu primeiro ano de funcionamento. Outro caso emblemático foi a reestruturação da antiga “Pirâmide do Sesc”, que deu lugar ao Parque Municipal de Conservação Ambiental Professora Bianca Carla Nunes da Silva, o Parque do Mirante.

A reconstrução da Escola Municipal Prof. Ana Maria Barbosa Garcia, no Parque Maria Helena, encerrou uma espera de mais de dez anos desde a demolição do antigo prédio. A nova unidade, substituiu uma estrutura da década de 70 marcada por problemas de umidade e inadequações pedagógicas.
Para Ashiuchi, essas entregas traduzem o espírito da gestão. “Entramos em 2017 com o compromisso de trabalhar de domingo a domingo para resgatar o orgulho de Suzano. Ver obras abandonadas e uma cidade desacreditada sempre me entristeceu. Hoje, a realidade é outra”, afirmou.



Tecnologia a serviço da proteção
A Segurança Pública também avançou de forma estrutural. A criação da Central de Segurança Integrada (CSI) passou a reunir, em um mesmo ambiente, a Guarda Civil Municipal (GCM), a Polícia Militar, a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros, permitindo ações coordenadas e mais eficientes. Atualmente, o sistema opera com mais de 1,3 mil câmeras de monitoramento instaladas em vias públicas e equipamentos municipais, além de 180 botões de pânico em escolas da rede própria. A estrutura é integrada ao Sistema Detecta, do governo do Estado, ampliando o monitoramento e a capacidade de resposta. Outros avanços incluem a implantação da Base de Segurança Integrada (BSI), do Centro de Controle Operacional Semafórico e a modernização da iluminação pública, com 5,3 mil luminárias de LED instaladas. A chegada da Companhia de Ações Especiais da Polícia Militar (Caep) reforçou ainda mais o combate à criminalidade.

Serviços que mudam vidas
Na Educação, a cidade registrou a criação de 25 novas unidades escolares entre 2017 e 2024, garatindo mais de 4 mil novas vagas. O período também foi marcado pela valorização dos profissionais, distribuição de uniformes e materiais de qualidade, adoção do sistema Sesi de ensino e uso de tecnologia em sala de aula, como Chromebooks.
A Saúde viveu um dos maiores saltos da história do município. Ao longo dos dois mandatos, Suzano contabilizou mais de 44 milhões de procedimentos realizados, com recordes anuais sucessivos. Foram entregues novos equipamentos, como a Clínica da Mulher, a Clínica da Família e o Caps AD Vita 24 horas, além da consolidação da UPA do Jardim Revista. A abertura do Hospital Regional do Alto Tietê (HRAT) ampliou o atendimento de média e alta complexidade para Suzano e municípios vizinhos, enquanto o avanço das obras do Hospital Federal reforçou a perspectiva de expansão da rede de saúde.

Protagonismo regional e recordes
O desempenho municipal consolidou Ashiuchi como liderança regional. Ele presidiu o Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat+) em três mandatos (2018, 2019 e 2021) e foi eleito vice-presidente do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de São Paulo.
No campo político-eleitoral, os recordes também falam por si. Em 2016, venceu o segundo turno com 82.912 votos, tornando-se o prefeito mais votado da história de Suzano até então. Em 2020, foi reeleito em primeiro turno com 110.001 votos, alcançando 82,3% dos votos válidos. Em 2024, fez o seu sucessor, elegendo Pedro Ishi, com 124.366 votos, a maior votação já registrada no município.

Um legado para o futuro
Ao final de dois mandatos, Rodrigo Ashiuchi encerrou sua gestão com a marca de quem conduziu uma transformação profunda. “Suzano não é perfeita, mas é inegável que entregamos uma cidade muito melhor do que aquela que encontramos em 2017. E isso quem comprova são os números e a resposta da população”, afirmou. Os próximos anos ainda reservam projetos estruturantes, como a conclusão do Hospital Federal, o prolongamento da av. Senador Roberto Simonsen, a implantação da UPA 24 horas de Palmeiras, a alça de acesso ao Rodoanel Mário Covas (SP-21), o campus da Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec), o novo Terminal de Palmeiras, o Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP) o Centro de Apoio à Criança com Deficiência e o Centro de Bem-Estar Animal. Mais do que obras, a gestão deixa como herança o resgate do orgulho suzanense. Para quem compara Suzano antes e depois de 2017, a diferença é clara. O progresso chegou – e, ao que tudo indica, veio para ficar.

Rodrigo Ashiuchi tem tido destacada atuação como Secretário do Verde e do Meio Ambiente, sob a gestão de Ricardo Nunes



Da transformação local ao desafio da maior cidade da América Latina
O encerramento do ciclo administrativo em Suzano não marcou um ponto final na trajetória pública de Rodrigo Ashiuchi. Poucos meses após deixar a prefeitura, Ashiuchi foi convidado pelo prefeito Ricardo Nunes para assumir a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da cidade de São Paulo, a maior metrópole das Américas.
O convite simbolizou o reconhecimento de um perfil administrativo que havia se consolidado no Alto Tietê e que, agora, passaria a ser testado em escala ampliada. À frente da pasta paulistana, Ashiuchi assumiu uma secretaria estratégica, responsável por parques, áreas verdes, unidades de conservação, políticas ambientais e ações de sustentabilidade em uma cidade com mais de 12 milhões de habitantes.

Ao longo de seu primeiro ano à frente da secretaria, os números e entregas passaram a ocupar o centro da agenda. Entre as principais entregas estão o Parque Prainha Pabreu, o Parque Morumbi-Sul, o Parque Linear Córrego do Bispo, o Núcleo Pilão do Parque Apurá-Búfalos, além da reabertura dos parques M’Boi Mirim, Consciência Negra e Zilda Natel. Também foi inaugurado o Bosque das Nações, no Parque Ibirapuera, e a Trilha Interparques, com 182 quilômetros de extensão, reforçando o caráter simbólico e ambiental do principal parque da cidade.
No campo da preservação ambiental, a gestão liderada por Ashiuchi avançou com a criação de duas novas Unidades de Conservação: a Floresta Municipal Fazenda Castanheiras, a primeira floresta municipal da cidade, e o Monumento Natural Pico do Votussununga – Morro do Cruzeiro, ampliando a proteção de áreas estratégicas e reforçando a política de conservação ambiental da capital.

A arborização urbana se tornou outro eixo central da atuação. São Paulo atingiu a marca histórica de mais de 140 mil árvores plantadas, superando a meta inicial de 120 mil prevista até a realização da COP 30, em Belém. Paralelamente, teve início o Inventário da Arborização Urbana, projeto pioneiro no Brasil que utiliza tecnologia a laser 3D e inteligência artificial para catalogar, monitorar e planejar a gestão das árvores da cidade.
A agenda ambiental também foi acompanhada de investimentos importantes. Foram anunciados mais de R$ 80 milhões em melhorias no Parque do Carmo – Olavo Egydio Setúbal, além da assinatura do contrato de concessão do Parque Campo de Marte e do início do processo para implantação do Parque Municipal do Bixiga, ampliando o mapa de áreas verdes na região central da cidade

No eixo da sustentabilidade e da mobilidade limpa, a secretaria fortaleceu políticas públicas de descarbonização, com a incorporação de ônibus elétricos e caminhões de coleta movidos a biometano, reduzindo a emissão de gases poluentes e alcançando o marco da maior frota sustentável do País. A cidade também conquistou uma certificação histórica no Programa Município VerdeAzul, consolidando São Paulo como referência em gestão ambiental no Estado, sobretudo em Educação Ambiental e preservação de áreas verdes.
A entrega mais recente foi a fonte interativa Acqua Sampa no Parque do Carmo – Olavo Egydio Setúbal, localizado em Itaquera, na zona leste da capital. A estrutura tem 200 jatos d’água, iluminação cênica em sete cores e ocupa uma área de 620 metros quadrados, democratizando o acesso ao lazer.

O conjunto de entregas, investimentos e políticas implementadas em São Paulo consolidou uma nova etapa na trajetória de Rodrigo Ashiuchi. A experiência bem-sucedida em Suzano, somada à atuação em uma das maiores cidades do mundo, ampliou sua projeção política e administrativa. Dentro do PL, o desempenho passou a ser tratado como indicativo de liderança em ascensão, colocando seu nome no centro das análises sobre o próximo ciclo eleitoral de 2026, sustentado por resultados concretos entregues em diferentes escalas da gestão pública.
Sem antecipar definições formais, o reconhecimento partidário reflete uma leitura política construída a partir dos fatos. Para o PL, o histórico de entregas, a aprovação popular e a atuação em São Paulo colocam Rodrigo Ashiuchi no centro das discussões sobre as eleições de 2026, como um quadro preparado para novos desafios e com credenciais consolidadas pelo trabalho realizado ao longo de uma década de trabalho na gestão pública.

Com o Presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado, o Prefeito de Suzano, Pedro Ishi e o Deputado Federal, Márcio Alvino

Grandes resultados destacam Rodrigo Ashiuchi como uma das principais lideranças políticas do Alto Tietê
A trajetória política de Rodrigo Ashiuchi foi sendo desenhada ao longo do tempo, sustentada por resultados concretos, capacidade de gestão e uma leitura precisa das demandas públicas. Da transformação vivida por Suzano ao reconhecimento estadual alcançado em São Paulo, o engenheiro que se tornou gestor público consolidou um legado administrativo que ultrapassou os limites municipais e passou a reposicionar seu nome no cenário político paulista.
O ciclo iniciado em 2017, com o sonho de ser prefeito, apoiado pelo seu pai Katuya Ashiuchi, pela sua mãe Célia, sua esposa Larissa, sua irmã Erika e toda a sua família, revelou um perfil de liderança focado em planejamento, execução e articulação institucional. Ao encerrar dois mandatos consecutivos, Ashiuchi não apenas deixou uma cidade reorganizada, com indicadores positivos em áreas estratégicas, como também construiu um capital político sólido, ancorado na confiança popular e no reconhecimento regional.

Esse percurso foi ampliado a partir de janeiro de 2025, quando assumiu a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da cidade de São Paulo, na gestão do prefeito Ricardo Nunes. À frente de uma das pastas mais estratégicas da maior metrópole da América Latina, Ashiuchi passou a atuar em escala estadual, conduzindo políticas públicas de sustentabilidade, preservação ambiental e requalificação de espaços urbanos. O desempenho na capital reforçou a imagem de um gestor capaz de entregar resultados tanto em cidades médias quanto em contextos de alta complexidade administrativa.

Naturalmente, esse conjunto de fatores passou a ser observado com atenção pelo PL. Dentro da legenda, a avaliação é de que Ashiuchi reúne atributos raros no atual cenário político: histórico de entregas, aprovação popular consistente, trânsito institucional e capacidade de diálogo entre diferentes esferas de governo.
O reconhecimento foi expresso publicamente por uma das principais lideranças do partido no Estado. Para o presidente da Alesp, a trajetória de Ashiuchi o coloca em um patamar diferenciado dentro do cenário político paulista. “Rodrigo Ashiuchi mostrou, em Suzano, que é possível transformar uma cidade com planejamento, seriedade e diálogo. Hoje, ele é reconhecido em todo o Estado como uma liderança preparada, com visão regional e capacidade de representar o Alto Tietê em voos mais altos”, afirmou André do Prado.

Com Valdemar Costa Neto




Na mesma linha, o deputado federal e vice-presidente nacional do PL, Marcio Alvino, destacou a consistência do caminho percorrido pelo ex-prefeito. “Ashiuchi construiu uma trajetória sólida, baseada em resultados e não em improvisos. Ele se tornou uma referência para o partido, fortalece nossa atuação no Estado e amplia a representatividade do Alto Tietê no debate político paulista”, avaliou.
O reconhecimento mais amplo veio também da cúpula nacional da legenda. Durante encontro partidário realizado em Suzano, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, ressaltou a confiança do partido no trabalho desenvolvido por Ashiuchi e sinalizou sua projeção para o próximo ciclo político. “Rodrigo Ashiuchi é um grande quadro do Partido Liberal. O trabalho que realizou em Suzano e que agora desenvolve em São Paulo o projetou para todo o Estado. É uma liderança preparada, com capacidade de articulação e que tem a confiança do partido para os próximos desafios”, declarou.

Internamente, o PL avalia que o capital político acumulado por Ashiuchi não é fruto de circunstâncias pontuais, mas de um processo contínuo de construção administrativa e política. A leitura predominante é de que sua atuação representa uma síntese entre Gestão Eficiente e Sensibilidade Política – combinação que o coloca no radar do partido para as eleições de 2026.
O caminho percorrido até aqui demonstra que o trabalho com grandes resultados não apenas marcou a gestão de Ashiuchi, como o credenciou, de forma natural e consistente, como uma das principais lideranças políticas do Alto Tietê – uma trajetória que deixa legado e aponta para novos capítulos no cenário político paulista.


Edição 245

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