Antropologia Humana

A antropologia humana refere-se ao estudo do homem desde sua origem, comportamento, essência, natureza e existência. Francis Schaeffer, teólogo americano, relata em sua obra O Deus Que Se Revela, que Deus em sua criação sentiu necessidade de criar o homem à sua imagem e semelhança.
No relato bíblico de Gênesis, Moisés descreve a criação dos céus, da terra, dos vegetais, animais e de toda a natureza preparada para receber o ser humano. Deus formou o homem do pó da terra e lhe deu o fôlego da vida, criando também sua companheira, Eva. Deus concedeu ao homem e à mulher amor, prazer e sexualidade, determinando os gêneros masculino e feminino e permitindo a multiplicação.

Em Marcos 10:9 está escrito: “Portanto, o que Deus uniu não o separe o homem”, mas o que tem acontecido é a desunião do casamento pelo divórcio por motivos tão fúteis como de incompatibilidade de gênero depois de mais de 30 anos de casados por interesses de nova união incompatível com a vontade de Deus. Simone de Beauvoir, esposa de Sartre, afirmou que “a mulher não nasce mulher, ela é feita mulher”, entendendo o feminino como uma construção social, não divina.

O homem e a mulher são como semelhantes, mas diferentes em anatomia e psicologia. O quociente de inteligência (QI), relacionado à capacidade cognitiva e à razão; o quociente emocional (QE), relacionado à capacidade de lidar com as emoções; e o quociente hormonal (QH), relacionado à fisiologia. O equilíbrio emocional é considerado importante para enfrentar um ambiente tumultuado sem perder o controle.
Na comparação entre os sexos, a mulher é mais detalhista e seletiva, observando características do homem relacionadas ao caráter e à capacidade de prover e reproduzir. O homem, por outro lado, é mais global em sua avaliação podendo errar mais na escolha. Quanto ao aspecto hormonal, há duas fases femininas. A primeira, associada ao estrogênio, ocorre após a menstruação e é uma fase de maior disposição, alegria, energia e interesse por passear. A segunda fase, associada à progesterona e anterior à próxima menstruação, é uma fase de maior apatia e preferência por permanecer em casa e dedicar-se à cozinha.

Por exemplo: se ela necessita de um utensílio doméstico como um liquidificador, ela se apronta, com sua vaidade natural, e se dirige toda feliz pela passarela da vida em busca do shopping; olhando as vitrines como toda mulher gosta de olhar, viu um vestido vermelho em um manequim, entra na loja e pergunta o preço, a vendedora diz: “parece que foi feito especialmente pra você”, ela agradece e sai da loja tendo o compromisso de comprar o liquidificador, mas no caminho ela se valoriza pensando que ela é uma boa esposa, carinhosa, cuida bem dos filhos e da casa, então ela diz: “eu mereço”, volta e compra o vestido por estar na fase estrogênica. Se ela estivesse na fase progesterônica ela compraria o liquidificador. Se pedir para uma mulher desenhar um nu artístico, ela irá desenhar uma mulher, se pedir a um homem, ele também irá desenhar uma mulher, por que ele se realiza na mulher. Uma revista masculina não tem nenhum interesse para a mulher, por isso a nudez do homem não é estimulante pra mulher, mas o carinho que ela irá receber.

O homem é monofásico, com sua função diretamente relacionada à testosterona, enquanto a mulher é bifásica. Mas além disso as células nervosas em ambos os sexos produzem outros hormônios como dopamina, serotonina, ocitocina (chamada de hormônio do amor) e adrenalina (relacionada ao risco ou perigo) o que diferencia o homem e a mulher. O homem é centrífugo, com sentimentos dirigidos de dentro para fora e busca a mulher a fim de se realizar. A mulher é centrípeta, com sentimentos de fora para dentro, podendo realizar-se em si mesma. Por isso o homem se torna agressivo quando a mulher diz que vai se separar dele, chegando ao extremo de agredi-la, explicando por que temos tantos casos de feminicídio. A mulher pode permanecer sozinha após uma viuvez e sendo ninho, criar os filhos, enquanto o homem não teria essa facilidade sendo ele apenas provedor e reprodutor que sustenta o ninho.

Edição 253

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