Com o aumento da expectativa de vida do brasileiro, a especialidade Geriatria ganha protagonismo ao unir prevenção, qualidade de vida e cuidado com os diversos estágios de vida da longevidade. Além de tratar doenças, a especialidade organiza a jornada do envelhecimento de forma integrada.

Para a geriatra Dra. Aline Saab, envelhecer bem não é consequência do acaso, mas resultado de escolhas feitas ao longo da vida. Em seu consultório, acompanha de perto como corpo, mente, emoções e vínculos caminham juntos no processo do envelhecimento. “A Geriatria não é apenas sobre as doenças – é muito sobre as pessoas.”
O acompanhamento ideal começa por volta dos quarenta anos, quando surgem os primeiros sinais naturais do envelhecimento. É nesse momento que a prevenção faz todo o sentido, permitindo construir um plano personalizado que redefine a forma de envelhecer.
Na prática, a Geriatria acompanha a jornada do envelhecimento em sua totalidade. O paciente raramente chega com uma única queixa – ao contrário, tudo se conecta – sono fragmentado, cansaço persistente, lapsos de memória, dores, insegurança ao caminhar e alterações no humor, enfim, são vários fatores que se manifestam.
No dia a dia do envelhecimento, alguns sinais pedem atenção imediata: quedas, esquecimentos que interferem na rotina, fraqueza, alterações no humor, insônia frequente, uso excessivo de medicamentos e abandono de atividades antes habituais. “Muitas famílias chegam confusas, lidando com prescrições de vários especialistas ao mesmo tempo, e é neste campo que a geriatria atua, organizando esse cenário, trazendo clareza, segurança e direção.” – comenta Dra. Aline.
Tratamento para ter autonomia
Autonomia é a palavra central desse cuidado. Mais do que tratar doenças, a Geriatria trabalha para manter a pessoa idosa com capacidade para ser ativa e independente pelo maior tempo possível. O plano de cuidados envolve ganho de massa muscular, prevenção de quedas, organização dos medicamentos, estímulo cognitivo, saúde emocional, socialização e alimentação adequada. Essas ações evitam internações, fragilidade, dependência precoce e uma sobrecarga familiar que naturalmente é decorrente da dependência.
A família tem um papel decisivo no processo do envelhecimento quando passa a requerer cuidados, além dos cuidadores que acompanham com conhecimento técnico as atividades do idoso. A pessoa idosa se sente amparada e os resultados são expressivos – o tratamento flui, o risco de internações diminui, a ansiedade cai e cresce a adesão às orientações médicas de forma contínua.
A força da medicina humanizada
Na base de tudo, está a medicina humanizada. A consulta começa no olhar, no tempo oferecido para ouvir, no acolhimento sem pressa. “Humanizar é explicar com clareza, adaptar o plano de cuidados à realidade de cada pessoa, acolher a família e caminhar junto. Envelhecer não é um acaso. É um projeto de vida. E quanto antes começarem os cuidados, mais leve, segura e plena poderá ser a caminhada.” – finaliza
Desmistificar para envelhecer MELHOR
– “Esquecer é normal da idade.” – Não é. Esquecimento sempre merece avaliação.
– “Ficar fraco é parte do envelhecimento.” – Não. Sarcopenia é uma doença tratável.
– “Idoso não precisa fazer musculação.” – Precisa sim! — talvez mais do que os jovens.
– “Só vou ao geriatra quando estiver ruim.” – A geriatria funciona melhor antes da doença chegar.
Dra. Aline Saab
Ao longo de mais de catorze anos no Serviço Público Estadual de São Paulo e no município de São Caetano do Sul (ambas concursadas), desenvolveu um olhar sensível, completo e profundamente humano para o cuidado da pessoa em fase de envelhecimento. Em seu consultório, acompanha desde consultas preventivas e de rotina até pacientes de alta complexidade, doenças crônicas, síndromes geriátricas e cuidados paliativos, oferecendo suporte atento a familiares e cuidadores.
Mais Informações:
Dra. Aline Saab – Geriatria – CRM 124030
Av. Santa Rita, 203 – Jardim Armênia – Mogi das Cruzes/SP
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