quarta-feira, 18 maio, 2022
O túmulo vazio

Jeremy era uma criança deficiente, deformada, mente lenta e portador de uma doença crônica e terminal. Frequentava uma escola normal por não haver outra adequada as suas limitações, no entanto, ele gostava de estar presente nas aulas, mesmo com 12 anos ainda se mantinha na segunda série. Não era um aluno muito comportado, às vezes perturbava o silêncio necessário dos outros 18 alunos em classe. A professora compadecida, sabendo que pouco tempo lhe restava de vida, decidiu ter mais paciência.
Na semana que antecipava a Páscoa, ela contou às crianças a história de Jesus. A seguir, deu a cada uma delas um ovo de plástico oco para que pusesse dentro dele algo que simbolize uma nova vida. No dia da entrega dos ovos a professora abriu o primeiro e nele havia uma flor: da semente enterrada ela brotou e surgiu. O outro ovo continha uma borboleta: do apertado casulo ela consegue sair para o voo livre da liberdade. A professora abriu então o ovo de Jeremy. Estava vazio! Ela entendeu que sua mente não tinha condição de atender ao objetivo desejado, e colocou o ovo de lado.
Então, o menino, de repente, perguntou: “Professora, você não quer dizer nada sobre o meu ovo?” Irritada, ela respondeu: “Mas Jeremy, seu ovo está vazio!” Com o olhar fixado nos olhos dela, disse: “Sim, mas o túmulo de Jesus também estava vazio!” Um suspense silencioso tomou conta da sala e a professora perdeu a voz por alguns instantes. Jeremy foi o único que entendeu a verdadeira mensagem da Páscoa.
Três meses depois, Jeremy morreu. Em seu funeral, muitos se perguntaram por que havia 19 ovos em cima do seu caixão – todos vazios! Este artigo foi baseado na história verídica relatada por Ellen Steiger, editora da revista Chamada.
A cruz vazia é a prova evidente que Jesus cumpriu sua missão ao dar a sua vida para salvar da morte eterna àqueles que nele creem. O túmulo vazio é a prova cabal da ressurreição de Jesus que venceu a morte e nos dá a vida eterna. A cruz e o túmulo estão vazios porque Ele vive. Aleluia!
Na cruz Jesus bradou: “Está consumado”, demonstrando retumbante triunfo. Na língua grega, essa é a única palavra: Tetélestoi, uma palavra de vitória. Ela possui três significados básicos:

  1. Missão cumprida: O Pai enviou seu Filho unigênito com a missão de cumprir a lei por nós e morrer em nosso lugar, levando sobre seu corpo no madeiro nossos pecados e adquirindo para nós eterna redenção.
  2. Resgate definitivo: Quando o devedor saldava sua dívida, a promissória era carimbada Tetélestoi = Está pago. Na cruz, Jesus rasgou o escrito da dívida que era contra nós. Fomos justificados pelo seu sangue; não há mais nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus.
  3. Posse permanente e definitiva: Quando uma pessoa comprava um imóvel, após efetuar todo o pagamento, recebia uma escritura definitiva com o carimbo: Tetélestai. Cristo nos entregou a escritura registrada da nossa posse de uma herança eterna, incorruptível e gloriosa no céu. Tornamo-nos filhos de Deus, herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo. Trecho extraído, em parte, da Bíblia Pregação Expositiva (Hernandes Dias Lopes).
    Desde o tempo das igrejas primitivas, fundadas pelos apóstolos, se questionava a divindade de Jesus. Hoje, o Islã a contesta como também o judaísmo. Outras comunidades religiosas, seitas e ateus a desmentem. O teísmo relacional surgiu de um artigo escrito por Robert Brown, teólogo canadense, e trouxe uma visão controvertida dos pilares doutrinários da Fé Reformada quanto aos atributos divinos de Deus em sua onisciência, onipotência, onipresença e do significado da expiação de Cristo na cruz.
    O homem natural rejeita o plano de redenção oferecido por Deus na cruz, onde seu Filho Jesus, Cordeiro imaculado, foi crucificado como oferta única aceitável para nos dar a salvação. A cruz de Cristo, único caminho de fé que nos leva a Deus para o gozo eterno no céu. A teologia humanista tem vários caminhos enganosos que convergem em direção ao inferno para a perdição eterna.
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Dr. Mauro Jordão é médico ginecologista.

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